Futebolis

O jogo de futebol na actualidade é, indiscutivelmente a modalidade desportiva de maior impacto na sociedade

Arquivo de Maio, 2008

1ª Acção de formação para treinadores de guarda-redes

Publicado por Luis em Maio 27, 2008

1ª grande acção de formação para treinadores de guarda-redes a sul de Portugal.

Esta acção engloba temas desde o futebol de formação até ao futebol sénior.

Novas tendências de treino com o único treinador de guarda redes portugues licenciado pela Fifa.

informações e inscrições em www.altorendimento.net

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Estrangeiros nas camadas jovens provoca apoio aos portugueses

Publicado por Luis em Maio 12, 2008

Gilberto Madaíl, que falava momentos antes do anúncio dos 23 convocados para o Campeonato da Europa de 2008, afirmou que «este momento do futebol português motiva preocupações» e anunciou as propostas que tendem a modificar o comportamento dos clubes.

«Queremos que Portugal continue a formar grandes talentos. O aumento de estrangeiros nas camadas jovens quase triplicou nas últimas duas temporadas e é necessário modificar esta situação. Por isso, não vamos poupar esforços nem dinheiro», anunciando a intenção de investir até dois milhões de euros num plano de apoio aos clubes.

O presidente da FPF assumiu que o organismo que dirige vai «premiar os clubes que apostem em jogadores que possam representar, no futuro, as selecções portuguesas» e salvaguardou não ser sua intenção estar a «discriminar atletas estrangeiros».

Fonte:TSF

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Uma amostra do que tem acontecido por cá!

Publicado por Luis em Maio 9, 2008

A Liga prometeu e cumpriu. Antes do final da actual temporada futebolística foram conhecidas as decisões desportivas do célebre “Apito Dourado”. E, pelos vistos, alguns dos rumores que há anos circulavam em surdina tinham razão de ser.

Parece que, a partir de hoje, fica provado que o futebol português tem vivido numa enorme mentira. E não tenho dúvidas que nem todas as situações dúbias, nem todos os agentes com comportamentos incorrectos, foram apanhados com a “boca na botija” ou castigados. Isto, seguramente, é só uma amostra do que tem acontecido. E de certeza que nos escalões inferiores – onde a cobertura mediática é mínima para não dizer inexistente – a “embrulhada” tem sido maior.

É preciso, contudo, ter em atenção que os clubes envolvidos nesta triste e desprestigiante “enxurrada” não podem ser acusados de tudo e mais alguma coisa. Os emblemas desportivos não corrompem ninguém. Quem o faz ou tenta fazer são as pessoas, neste caso os dirigentes. São eles que, na ânsia de mostrar resultados, de agradar aos sócios, de provar que são melhores que o vizinho, decidem trilhar caminhos obscuros. Eles, independentemente do nome, não fazem falta ao desporto. Os clubes que servem (ou de que se têm servido…) sim, até porque o futebol profissional não é a única actividade que possuem. Essas colectividades chegam, aliás, a substituir o Estado no desenvolvimento da prática desportiva. Logo, neste momento de agitação, convém separar dirigentes (árbitros envolvidos) e clubes.

Mas, ao mesmo tempo, é legítimo levantar outras questões. Se ficou provado para as instâncias desportivas que determinados juízes alinharam em comportamentos menos correctos, como é que podemos acreditar que em todos os outros jogos que dirigiram não fizeram o mesmo?

E não é igualmente legítimo pensar que quem comprou (ou tentou) determinados jogos o possa ter feito em mais umas quantas partidas que, por esta ou aquela razão, não foram incluídos no processo “Apito Dourado”?

Repito que não se deve misturar o mau comportamento de pessoas com o bom nome dos seus clubes, mas parece-me normal que, agora, se questione a validade de determinados sucessos de alguns emblemas. FC Porto e Boavista ganharam títulos sob o comando de dirigentes que, pelos vistos, não se preocupavam apenas com aquisições ou dispensas. Por causa disso, mancharam para sempre o esforço e a glória dos profissionais que, dentro do campo, se limitaram a ser bons na sua profissão. É pena!

Texto: Luís Avelâs

Castigos decorrentes do Apito Final

FC Porto: 6 pontos; 150 mil euros.

Pinto da Costa: 2 anos suspensão; 10 mil euros.

Boavista: Descida divisão; 180 mil euros.

João Loureiro: 4 anos suspensão; 25 mil euros.

União de Leiria: Menos 3 pontos; 40 mil euros.

João Bartolomeu: 1 ano suspensão; 4 mil euros.

Martins dos Santos (árbitro): 3 anos suspensão.

Augusto Duarte (árbitro): 6 anos suspensão.

Marinho Santos Silva (árbitro assistente): 2 anos e meio suspensão.

Jacinto Paixão (árbitro): 4 anos suspensão.

José Chilrito (árbitro): 2 anos e meio suspensão.

Manuel Quadrado (árbitro): 2 anos e meio suspensão.
Data: Sexta-feira, 9 Maio de 2008 - 16:18 – In Record

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Euro sub-17: o futuro na Europa

Publicado por Luis em Maio 5, 2008

Berço de nove entre dez das próximas estrelas do futebol do Velho Continente, o Campeonato Europeu sub-17 recebe entre os dias 4 e 16 de maio, em Antalya, na Turquia, 144 jovens de oito países diferentes e aspirantes ao título da categoria. Portugal não conseguiu o apuramento.

Desde 2002, ano em que o torneio deixou de ser sub-16 e assumiu suas características actuais, passaram pelas fases finais da competição estrelas do porte de Wayne Rooney, Cesc Fàbregas e Karim Benzema. Na última temporada, quem brilhou foi Bojan Krkic, da campeã Espanha.

O sucesso do jovem atacante do Barcelona encheu de esperança os novos candidatos a craque.

Se algumas dessas futuras estrelas, como o espanhol com DNA brasileiro Thiago Alcantara, do Barcelona, e o francês Clément Grenier, do Lyon, já estão em clubes que podem proporcionar-lhes um desenvolvimento satisfatório, outros jovens buscam aproveitar o Europeu para serem descobertos por olheiros de equipas maiores.

Um desses casos é Danijel Aleksic, artilheiro da Sérvia nas eliminatórias para a competição. O jogador, que tem sete golos até aqui, já é famoso em seu país, mas o clube que defende, o Vojvodina, não ajuda muito em sua projecção internacional.

Contudo, os verdadeiros campeões não serão necessariamente aqueles que entrarem em campo em 16 de maio, mas sim os que se conseguirem destacar. Afinal, nessa idade, a competição é apenas uma pequena parte do que realmente importa: aprender e aparecer.

Mais informação aqui

Fonte: Trivela

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