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O jogo de futebol na actualidade é, indiscutivelmente a modalidade desportiva de maior impacto na sociedade

Arquivos para a Categoria ‘Documentação’

Novidades na actividade de treinador de desporto

Publicado por Luis em Janeiro 4, 2009

No dia 31 de Dezembro foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 248-A/2008 que estabelece o regime de acesso e exercício da actividade de treinador de desporto.
Aqui é definido o enquadramento técnico e principalmente são estabelecidas as habilitações profissionais.

Foi(vai ser) criada a “Cédula de Treinador de Desporto” com 4 graus (níveis) de qualificação.

Será agora que os “carolas” ficam fora? Como vai ser com os clubes amadores? Cabe às Federações desportivas aproveitarem o regime transitório e formarem… é necessário formação já.

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Publicação científica sobre futebol

Publicado por Luis em Setembro 12, 2008

A Revista Brasileira de Futebol ( The Brazilian Journal Soccer Science ) é a publicação científica oficial do Curso de Especialização em Futebol promovido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), sendo o principal veículo de informação científica específica dessa modalidade desportiva. Sua missão é divulgar informações científicas de qualidade para toda comunidade académica, bem como para profissionais ou estudantes que pretendam aprimorar o conhecimento técnico-científico nesta modalidade.

Basta fazer um registo gratuito para aceder aos artigos. A sua periocidade é semestral.
Acesso aqui

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Alguma Metodologia do Treino em Futebol

Publicado por Luis em Janeiro 9, 2008

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Exemplo do que deve ser uma transição rápida fez Jesualdo sorrir na UEFA

Publicado por Luis em Setembro 7, 2007

Na nona edição do Fórum de Treinadores da Elite da UEFA, em Nyon, Jesualdo Ferreira, único representante de um clube português, confessou no final que a dado momento da reunião teve vontade de rir.

Isto porque quando a conversa se debruçou sobre temas tácticos foram exibidas imagens para provar que as vitórias no futebol moderno dependem dos tempos de transição de jogo. Quem os fizer mais rápidos tem mais hipóteses de ganhar. E, nessa altura, surgiu na televisão o golo que Quaresma marcou ao Chelsea, na época passada, em Stamford Bridge, exemplo perfeito do que se discutia.

“Ri-me porque já tinha dito isto, em Portugal, explicando como quero que o FC Porto jogue, e as pessoas entenderam como uma grande novidade. E não é. O domínio de jogo passa pela quantidade de ataques que uma equipa faz e pela eficácia que apresenta. A importância das transições no futebol actual é crucial. Hoje, cada vez mais, têm mais sucesso as equipas que diminuem os tempos de transição”, explicou Jesualdo Ferreira, que acrescentou ter faltado exibir outro golo de Quaresma para provar a teoria, aquele que foi obtido em Moscovo, perante o CSKA.

A discussão mais acesa centrou-se, obviamente, no debate dos aspectos tácticos, levando Arsène Wenger a concluir que as equipas sofrem e marcam mais golos nos 15 minutos finais.

“Há motivos que levam a isso, como o cansaço. Penso que, nesse período, a equipa que for mais rápida nas transições vai tirar vantagem. É o momento decisivo do futebol actual”, insistiu o treinador portista, que ontem não foi orador em nenhum tema, embora tenha sido um participante activo na discussão dos temas entre os treinadores que falavam castelhano.

A arbitragem foi outro dos temas quentes do Fórum e a preocupação da UEFA é real.

“O comité de arbitragem decidiu chamar a atenção para os lances de faltas não punidas com penálti e nas bolas paradas, ou seja, nos cantos e nos livres laterais. Não são os treinadores que fazem as regras, apenas pedimos que as cumpram. Sugerir é fácil mas decidir é mais difícil. Há que ser coerente”, pediu Jesualdo Ferreira. A ideia do debate deste tema é pedir mais rigor aos árbitros neste tipo de lances, que são muito frequentes. “Os jogos são cada vez mais equilibrados nas duas áreas e acontecem muitas faltas em lances preparados, que podem ser prejudiciais a equipas que estudam esse tipo de jogadas”, acrescentou.

Aspectos técnicos, como os livres frontais e a maneira como são cobrados, também estiveram na agenda, levando Jesualdo Ferreira a dizer que isso “só depende dos especialistas”.

Fonte: O Jogo

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Carta da formação a crescer

Publicado por Luis em Julho 13, 2007

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Três federações juntaram-se à Carta do Futebol de Formação da UEFA, que elevou o número de membros para 20.

Fortalecer a formação
A cerimónia, que decorreu na sede da UEFA, em Nyon, Suíça, viu a Bélgica, a França e a Espanha juntarem-se ao movimento, como parte de uma iniciativa da UEFA para fortalecer a formação, um dos alicerces do jogo.

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Encorajar e apoiar
A Carta foi criada em 2004 e procura melhorar os programas de formação de cada federação.
Os centros de trabalho da UEFA procuram, no terreno, encorajar e apoiar todas as actividades relacionadas com a formação. Fazer parte do movimento significa que cada federação tem que satisfazer critérios mínimos. As federações entram com o estatuto de uma estrela, recebendo outras adicionais em relação a áreas específicas da formação, que incluem o apoio ao futebol feminino, programas de acção social (incluindo futebol para deficientes), número de participantes e promoção do futebol de formação. Podem alcançar-se até sete estrelas com base neste programa.

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FPF vai pagar o seguro a mais de 80 mil atletas da formação

Publicado por Luis em Julho 5, 2007

Confirmando esta informação, esperamos que todas as Associações aderiam.

A Direcção da Federação Portuguesa de Futebol, atenta aos objectivos de responsabilidade social e aos problemas financeiros dos clubes amadores, quer contribuir deliberadamente para o fomento da actividade meritória e fundamental desses clubes, apoiando-os directamente na assunção dos custos suportados com os prémios dos seguros de acidentes pessoais das categorias jovens.

O esforço financeiro de 1.000.000 a 1.500.000 de euros abrangerá, desta forma, mais de 80.000 atletas das categorias juniores B (juvenis), C (iniciados), D (infantis) e E (escolas) e só será possível se todas as Associações aderirem ao seguro da FPF para todos os inscritos dos respectivos escalões.

No caso de todas as Associações aderirem a este projecto, a Direcção da FPF ainda estará em condições privilegiadas para diligenciar junto da Companhia de Seguros reduzir os custos dos prémios para Seniores e Juniores A.

Este é um exemplo de como a FPF investe as receitas que obtém, nomeadamente através das prestações da Selecção Nacional A e da realização de alguns jogos particulares fora do país.

Fonte: Ojogo

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Como o futebol explica o mundo

Publicado por Luis em Maio 25, 2007

Depois de ter terminado de ler o “Estádio de choque” do Rui Santos, o próximo vai ser (Já está e cima da mesa):

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Como o Futebol Explica o Mundo
Um olhar inesperado sobre a globalização
de Franklin Foer

“Para os apaixonados do futebol, é seguramente um dos livros do ano. Para os seus detractores, mais ainda. “Como o Futebol Explica o Mundo”, série de reportagens do jornalista americano Franklin Foer sobre o jogo das multidões ao redor do mundo, é ao mesmo tempo um holofote que se lança sobre sucessivos fenómenos regionais e um tratado sobre a globalização ela própria. Traz chancela da Palavra e viaja da Escócia à Sérvia, de Itália à Bósnia-Herzegovina, do Irão ao Brasil. Fala de como a claque do Estrela Vermelha se tornou num exército ao serviço da limpeza étnica promovida por Slobodan Milosevic, de como um Glasgow Rangers-Celtic de Glasgow é um conflito religioso que se estende das fronteiras escocesas à própria República da Irlanda – fala de pobreza, de corrupção, de anti-semitismo, de assassínio simples e de assassínio maciço. E fala também de histórias radiosas. Porque perceber as novas regras por que funciona este mundo global é essencial para viver nele. E porque perceber o futebol é seguramente uma das formas de perceber essas regras.»

Fonte:Webboom

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Nova Taça da Liga Portuguesa

Publicado por Luis em Maio 18, 2007

Os 32 clubes da Liga e da Honra terão na próxima época um calendário mais preenchido, com a criação da Taça da Liga, que começa a 4 de Agosto e prolongar-se até 12 de Março de 2008.

O regulamento da prova foi ontem(17/5) aprovado por todos os clubes pertencentes à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), mas o calendário só irá ser ratificado na reunião de hoje da Federação Portuguesa de Futebol.

A prova vai chamar-se Taça Carlsberg e a final será a 12 de Março, após uma fase de grupos. No arranque estarão os 16 clubes da Honra, divididos em dois potes, um com os oito primeiros da última época, incluindo os despromovidos da Liga, e outro com os restantes, onde estarão as equipas que sobem da II Divisão. Os jogos serão em casa dos clubes considerados pior classificados e não haverá prolongamento. Em caso de empate a vitória é discutida de imediato através de grandes penalidades.

A segunda fase reúne os oito clubes apurados da Honra e os clubes mais mal classificados da LPFP, e na terceira entram os até então apurados e os oito primeiros da Liga de 2006/2007. Depois há um sorteio para as oito equipas apuradas, com a eliminatória a duas mãos. Os quatro “sobreviventes” decidem os dois finalistas, no todos contra todos.

Fonte: DN/DiarioDigital

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FUTEBOL – UMA PALAVRA “COXA”

Publicado por Luis em Março 15, 2007

Quem, hoje, tem consciência de que a palavra futebol é um estrangeirismo? Em todos os cantos onde se fala Português, se usa o vocábulo. Teremos, no entanto, a noção de que, paradoxal e nada apropriadamente, se trata de um vocábulo “coxo”?

Como se sabe, futebol designa um jogo, em que duas equipas de onze jogadores disputam uma bola, usando os pés, com o objectivo de a introduzir na baliza adversária. Trata-se de uma deturpação do Inglês football, em que foot significa e ball significa bola. Quase todas as línguas adoptaram a designação proveniente da origem britânica da palavra, embora algumas a tenham adaptado ao seu idioma. Em castelhano, por exemplo, o jogo designa-se, muitas vezes, por balonpié, e em alemão Fussball (de Fuss, pé, e Ball, bola).

Já em italiano, o jogo designa-se por calcio, ou seja pontapé, criando-se, assim, uma palavra nova, que tem pouco que ver com a palavra original inglesa, a não ser à alusão implícita a , mas que tem o mérito de transmitir a mesma ideia através de uma palavra totalmente original.

Em português, optou-se por deturpar a palavra inglesa, adaptando apenas a grafia, perdendo-se, neste processo, a raiz original. Ou seja, nem se utiliza uma palavra portuguesa que transponha para a nossa língua a ideia original, como fazem espanhóis e alemães, nem se usa o original. Aliás, o mesmo se passa com outros desportos, como andebol (de hand, mão, e ball, bola), ou basquetebol (de basket, cesto e ball). O “problema” resolve-se no uso da língua, já que o jogo é, muitas vezes, designado, em linguagem popular por bola, como na expressão, “Vamos à bola!”

Curioso é o caso do inglês americano, em que football designa um jogo que constitui uma mistura, porventura mais musculada, como, geralmente, acontece na transposição de alguns desportos para os Estados Unidos, entre futebol e râguebi. Por isso, se distingue entre football e soccer. Este último, deriva da expressão Football Association, constituindo, assim, uma abreviatura sincopada de asSOCiation.

Já agora, Football Association foi uma associação criada na Inglaterra, no final do século XIX, com o objectivo de definir as regras do futebol que, até então, e desde o seu nascimento como jogo, vivia uma fase de grande confusão e falta de regras bem definidas – qualquer jogador podia, por exemplo, jogar a bola com a mão (como faziam em Rugby). Muitas das regras então impostas por aquela Associação são as que se mantêm ainda hoje.

Aliás, a entidade que regulamenta o futebol na Inglaterra continua a ser a Football Association. Para distinguir o jogo que obedece às regras definidas por esta associação, passou-se a chamar-se-lhe soccer. E aqui está um fenómeno linguístico em operação: a metonímia. Esse mesmo fenómeno está presente na própria designação original do jogo, em Inglês, uma vez que football designa a bola que se joga com o pé e passou a designar o jogo que se joga com tal objecto.

Ou seja, neste caso concreto e, igualmente, no caso de outros vocábulos e expressões ligados a este desporto – como golo, penálti, chutar… – deu-se um “aportuguesamento” dos vocábulos, não tendo eles vida própria fora do respectivo contexto. Parece-me que, no caso de futebol, todos escrevemos do mesmo modo, embora o possamos pronunciar de modo distinto.

Fonte: Colóquio Anual da Lusofonia – 2002

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Pinto de Sousa confessa viciação da classificação

Publicado por Luis em Fevereiro 26, 2007

FINALMENTE

O ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pinto de Sousa, confessou que as classificações dos árbitros eram forjadas. A confissão de Pinto de Sousa ocorreu num interrogatório do processo Apito Dourado, em que é arguido.

Pinto de Sousa terá admitido que foram alterados relatórios de avaliadores de árbitros, de forma a «salvar» alguns da descida de categoria e a «condenar» outros à despromoção.

Já antes interrogado sobre o mesmo assunto, o ex-responsável pelos árbitros terá justificado a conduta com a preocupação em estabelecer uma forma de justiça nas descidas e promoções dos juízes.

A falsificação das classificações dos árbitros é uma das investigações prioritárias para a equipa coordenada por Maria José Morgado.

Fontes: TVI – J.N.

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