Benfica prepara a próxima época de foot-ball

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Como eram diferentes as coisas do futebol há 100 anos atrás.
A notícia publicada no jornal “A Capital” de 20 de agosto de 1915, apelava às “inscripções” de jogadores com a máxima brevidade tendo em vista a organização do próximo campeonato da A.F.Lisboa. Mais ainda, informa que aceitam propostas para “desafios-treinos”.

1915.08.20 a capital - futebolis

Relato de uma visita da seleção brasileira a Portugal no tempo de Eusébio

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eusebioApós a morte de Eusébio da Silva Ferreira, andei a pesquisar algumas histórias sobre a sua época de ouro (anos 60), encontrei um livro escrito por um jornalista/treinador (!!!) brasileiro que num dos capítulos relata a vinda da seleçao brasileira a Portugal para jogar com a seleçao das quinas,… curioso o ponto de vista!

“O futebol brasileiro faz muitas excursões ao exterior, principalmente à Europa. Em algumas, com notáveis exibições, deixou saudades. Em outras, não fez notáveis exibições e não deixou saudades.
Europa desta vez. Fui para rádio e jornal e um ou outro VT de televisão, pois não havia transmissão direta. Ainda não tinham bolado os satélites de comunicação e não dava para transmitir jogos diretamente.
Então, a saída da seleção parecia mais a saída de um corpo expedicionário para a Segunda Frente. Não, Segunda Frente já tinha sido aberta na Segunda Guerra Mundial. Então poderia ser a Terceira.
O aeroporto do Galeão estava em polvorosa. Todas as organizações de rádio que iam viajar estavam lá com seus fios e microfones. E não eram somente as do Rio de Janeiro. As outras, as dos diferentes estados, não iriam deixar de cobrir a saída de uma seleção. Ainda mais que desta vez a viagem era das grandes.
Não sei se consigo contar a história daquela saída.
Os fios de microfone pareciam uma imensa macarronada. “Cuidado com meu fio!”, berrava um. O outro remendava: “Este fio é meu, vai te criar e não enche.” No meio disso o Caçapa, eficiente operador da Rádio Mundial, gritou: “Estou preso… me tirem daqui… posso morrer… aqui também tem fio de força da Light.” (A Light já tinha saído do Brasil na década de 40, mas Caçapa queria era socorro urgente.)

O alto-falante tentava gritar sua mensagem: “Senhores… senhores! Tenham paciência… nosso vôo nº 700 para
Lisboa já está chamando há meia hora. Senhores passageiros, dirijam-se urgente para o embarque no portão 7… por favor… Senhores membros da delegação de futebol… nosso avião…”
Mas não adiantou. muito. Não valeu muito o “último aviso” . Ainda tiveram de dar mais uns oito “último aviso”. E quando um dos rapazes da Companhia Aérea tentava tirar um dos jogadores do meio de um bolo de microfones um dos repórteres gritou: “Estão impedindo nossa missão de bem informar. Isto é uma censura…uma
ditadura… uma arbitrariedade. Estamos aqui há várias horas… nao pode… é…
Até que apareceu alguém da delegação e foi tirando os jogadores das entrevistas. Mas veio a réplica: “Este cara não joga nada… não passa de um carona~.. e carona que recebe para viajar… este cara viaja à custa do contribuinte brasileiro!” Mas o cara era enérgico, o avião já estava atrasado uma hora, os outros passageiros reclamavam e uma mãe gritava quase em desespero:
“Isto é falta de respeito… aqui tem senhoras e crianças… aqui…” Não adiantava.
Uma “rádio” entrara no avião e lá de dentro o repórter gritava: “A única emissora que entrou no avião da Seleção…” Um passageiro que já estava cheio de esperar corrigiu: “Ué, e eu que pensava que este avião era da Varig…” O repórter ficou fera
e disse, sem se lembrar que estava de microfone aberto: “Ora, não enche e vai tomar banho, seu engraçadinho! Vai ver a mamãe em Portugal?”

Lá em Lisboa, o aeroporto Portella de Sacavém fica bem ao lado do mar. Bonito lugar, e os portugueses são encantadores. Mas um deles, quando a pista acaba e onde tem um murinho, escreveu “Fim da Pista”. Bom, se o aviador não parar a aeronave, o bicho
vai para dentro d’água. E se o aviador for inglês ou sueco? Como é que fica? Todo molhado?
Fizemos fotografar a inscrição e também uma plaquinha que existia na avenida da Liberdade, bem perto do monumento ao marquês de Pombal. Lá estava, em letras brancas sobre a plaquinha preta de uns vinte centímetros de altura sobre cinqüenta de largura: “É proibido pisar na grama. Quem não souber ler pergunte ao guarda.” E agora? Mandei as fotos para o Samuel Wainer no Última Hora, que publicou.
Tiraram a placa imediatamente. Mas a inscrição do aeroporto ainda ficou.
Os portugueses sempre nos recebem com muito carinho, em todos os aspectos.
O primeiro jogo daquela seleção foi na cidade do Porto. Nosso time era bem fracote. Um a zero para eles e eu achei bom negócio. Os portugueses estavam no campo com Eusébio, Coluna, Vicente, Costa Pereira, Germano, Simões, todos africanos de Lourenço Marques e Angola. Um timaço que mais adiante foi terceiro
na Copa da Inglaterra. E se a Copa não fosse na Inglaterra duvido um pouco que aquele time tivesse perdido para os ingleses na semifinal, apesar dos ingleses terem formado na época uma grande seleção.
Mas o caso é que enquanto nosso time era formado à base de muitos
preconceitos, o deles era apenas à base de grandes jogadores. Aquele time e o do Benfica, que era sua quase totalidade, foram das melhores coisas que o futebol já produziu.
Nós estávamos cheios de concepções incrivelmente falsas, mas que
prevaleceram por algum tempo. A do racismo foi muito séria, principalmente num país como o nosso, onde negros e mestiços constituem maioria.
Pois há ou havia na CBD um relatório que teve origem numa excursão bem ruinzinha da seleção brasileira à Europa em 1956. Lá estava bem escrito que “os jogadores de raça negra perdem sua maior potência em competições mundiais importantes” . E davam alguns “fatos” como a participação de Bigode, Juvenal e
Barbosa na-final de 1950.

Mas o time da seleção portuguesa não tinha nada com isso e lá não havia preconceito na formação da seleção. O mulato Oto Glória foi durante anos o laureado treinador.
Então eles nos meteram um a zero no estádio das Antas, no Porto. O jogo foi “abafado ao alho”, realizado durante os festejos de São João. E os portugueses fazem a festa dando porradas na cabeça de quem estiver sem chapéu com um bom dente de alho-poró. Levei duas ou três e voltei ao hotel para me cobrir. O Jorge Cúri
rpe perguntou: “Ué, já estás de volta? É a festa de São João!?” Fiquei na moita sobre a “festa”, mas disse: “Depois da esquina é que é o quente.” Alguém que também estava voltando, ao ver a careca do Cúri, uma bola de bilhar e bem limpinha,
reforçou: “É, é ali mesmo… ali que é o bom da festa.”
Jorge chegou na esquina com aquela linda cabeça e os gajos caíram-lhe em cima. Diziam, entusiasmados: “Ai, que rica carequinha…” E tome porrada com o alho. O Cúri não esquentou, voltou para o hotel, botou um gorro de lã e entrou na
festa. No dia seguinte, aquela rua e as vizinhas estavam cobertas de alho. Ali pelo meio dia estavam limpas. Mas o cheiro ficou.
Íamos saindo do estádio, com o um a zero no “coco” , quando chegaram dois brasileiros em um carro que vinha veloz. Frearam de repente e dele saltaram os dois passageiros, perguntando ansiosos pelo resultado. Respondemos: um a zero para eles! Os dois aumentaram seu ar de desapontamento e confessaram: “Olha, saímos
do Brasil ontem à noite. Atrasou tudo e chegamos em Lisboa um pouco tarde.
Fretamos um avião, alugamos um carro e mandamos brasa… mas não deu tempo e só agora…” Pombas, gastar uma nota daquelas de avião, fretar outro avião; alugar um carro no aeroporto e chegar depois do jogo!? Era dose.
Mas o Antônio Carlos de AImeida Braga, que era um deles, pediu encarecidamente:
“Não digam nada… não digam que chegamos atrasados… não espalhem… estávamos batendo um papo ontem lá em casa, no Rio, quando resolvemos ver o jogo… puxa, não deu jeito.” O outro era o jornalista Armando Nogueira, que implorou: “Não digam nada, se não vão nos gozar até o Juízo Final.”
Todos prometeram não mandar nada a respeito. Mas com a derrota… e a falta de notícias… acho que nem todos cumpriram o prometido.
Logo depois do jogo voltei para o hotel. Tive sorte e nem bem saía do estádio das Antas apareceu o Pimenta num carro muito bonito e me deu carona. No caminho ele disse: “Aluguei isto. Eú queria um Mercedes, mas eles não tinham.”
E fomos falnando pelas ruas do Porto. Mal chegamos ao hotel, uma senhora chegou-se e me reconheceu: “Conheço-o da televisão, quando lá estive no Rio de Janeiro.” E despencou uma saraivada de palavras e de críticas ao nosso time. Achava que fizemos. péssima partida. Eu tentei dizer-lhe que a seleção portuguesa era muito
boa, mas não pude nem respirar. A dona falava como metralhadora e me abafou. E ia dizendo: “O sr. Feola que me perdoe, deveria ter mandado marcar os dois principais jogadores nossos, o Eusébio e o Coluna. Foi um erro… foi um erro.” “Mas minha senhora…”, tentei argumentar. “Não, não e não, cavalheiro. Isto foi um tre-
mendo erro tático…” Concordei e ia dizendo: “É isso, mas…” “Não, não é isto coisa alguma”, dizia ela, entrando de sola. E desceu a ripa no nosso time, do goleiro ao ponta-esquerda.

Continuava falando sem parar quando chegou o resto da turma, em um ônibus especial. Iam entrando no saguão e sentando nas confortáveis poltronas. Ninguém conseguia dar um pio. A Dona Frances de Vasconcelos era só quem falava.
Então, um dos colegas da imprensa brasileira perguntou: “Mas quem é ela, que entende tanto de futebol?” Aí respondi: “Meus amigos, apresento-Ihes a Portuguesa de Desportos…” Não sei se ela gostou muito. Afinal, sabia tudo de futebol.”

Tútulo do Livro: Futebol e Outras Histórias
Autor: João Saldanha
Ano publicação: 1988País: Brasil

Curiosidades sobre o autor:
João Alves Jobin Saldanha (1917-1990) foi jornalista e treinador de futebol. Ele levou a seleção brasileira a classificar-se para a Copa do Mundo de 1970.
(O Presidente da CBD – Confederação Brasileira de Desportos, João Havelange alegou que o contratou na esperança de que os jornalistas fizessem menos críticas à seleção nacional, tendo um deles como técnico.)

O uso da maturação somática na identificação morfofuncional em jovens jogadores de futebol

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portada_130Atualmente, é crescente o número de estudos que visa identificar e analisar parâmetros morfológicos e físicos de crianças e adolescentes inseridos em treinos sistemáticos nas mais variadas modalidades desportivas. O conhecimento do perfil relacionado a essas variáveis e de seus respectivos comportamentos e respostas ao processo de treinamento é fundamental para o contexto da especialização esportiva.

Tivemos acesso a um estudo muito interessante que irá ser publicado na Revista Andaluza de Medicina del Deporte no próximo mês de setembro. Nesse trabalho efetuado por A. L. Mortatti, R. C. Honorato, A. Moreira, M. de Arruda o objetivo é :

“As modificações que ocorrem com os jovens nas idades anteriores ao pico de velocidade de crescimento (PVC) podem influenciar de maneira direta o seu desempenho nas atividades esportivas. Considerando esse pressuposto, o objetivo deste estudo foi analisar o efeito da maturação somática nas variáveis motoras e corporais de jovens futebolistas.”

“Os resultados da análise de variância demonstram que o desempenho no salto vertical com contra movimento (…) e no salto horizontal (…) é influenciado pelo nível maturacional, o mesmo ocorrendo para a flexibilidade (…). Por outro lado, o desempenho no teste de potência aeróbia não foi afetado pelo nível maturacional. As variáveis corporais somatotipo e o recíproco do índice ponderal se mantiveram estáveis independentemente do grau de maturação; apenas foram verificadas diferenças nos valores corporais para o IMC.”

Neste trabalho concluiu-se que:

“A determinação dos estágios maturacionais dada pelos anos em relação ao PVC (pico de velocidade de crescimento) dentro de uma determinada faixa etária pode ser um valioso instrumento de orientação para técnicos e treinadores na adequação dos treinamentos em função da real condição funcional de seus jovens atletas.”

Clubes de futebol têm de passar a SAD

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money-stacks-l-300x300Os clubes deixarão de estar sob estatuto de pessoa colectiva sem fins lucrativos. Caso não assumam uma de duas novas formas jurídicas (SAD ou sociedade unipessoal por quotas), os clubes de futebol, ou outras sociedades desportivas, não podem participar em competições profissionais.

Os clubes de futebol têm de se constituir como sociedades anónimas desportivas (SAD), como já acontece por exemplo com o Benfica, Sporting e Porto, ou como sociedades desportivas unipessoais por quotas para se poderem inscrever nas competições profissionais da próxima época 2013/2014.

O prazo é estabelecido no decreto-lei n.º 10/2013, publicado hoje, 25 de Janeiro, em “Diário da República”, depois de, em Novembro, essa obrigação ter sido já anunciada pelo ministério liderado por Miguel Relvas (na foto), que tem a tutela do Desporto.

Até aqui, os clubes desportivos, de futebol ou de outras modalidades, poderiam estar constituídos sob um estatuto de pessoa colectiva sem fins lucrativos, estando sujeitos a um regime especial de gestão (com algumas regras mínimas para haver alguma transparência). Outros, caso o desejassem, poderiam constituir-se, segundo um decreto-lei de 1997, enquanto sociedades anónimas desportivas, cujo funcionamento é semelhante ao das sociedades anónimas, em que o capital é dividido por acções e distribuído por vários accionistas.

Segundo o decreto-lei hoje publicado, “foram constituídas [desde então] pouco mais de três dezenas de sociedades desportivas, correspondendo a grande maioria à modalidade de futebol”. Só que, segundo revela o documento assinado por Miguel Relvas juntamente com Vítor Gaspar, Álvaro Santos Pereira e Paula Teixeira da Cruz, essa diferença entre os dois regimes jurídicos trouxe desigualdades de tratamento às quais “urge pôr cobro”.
Sociedades na segunda liga têm de ter maior capital quando são promovidas

 A partir de 1 de Julho de 2013, o objectivo do Governo é que a “participação em competições desportivas profissionais” seja efectuada sob uma forma jurídica sem desigualdades. É por isso que as entidades desportivas se terão de tornar sociedades desportivas, seja ou através da constituição de uma SAD seja através de uma sociedade desportiva unipessoal por quota (SDUQ).

No primeiro caso, as empresas passam a sociedade anónima, que, na prática, é o mesmo que dividir o capital social em acções. O clube fundador terá sempre de ter uma participação mínima de 10% do capital social da SAD.

No segundo caso, “o capital da sociedade unipessoal por quotas deve ser representado por uma quota indivisível que pertence integralmente ao clube fundador”.

As sociedades desportivas de futebol que participem na primeira liga de futebol que se queiram constituir como SAD têm de assumir um capital social de um milhão de euros. O valor desce para 250 mil euros caso seja uma sociedade unipessoal por quotas. Quando se refere à participação na segunda liga, os valores descem para 200 mil euros no caso das SAD ou 50 mil euros no caso das SDUQ.
Contudo, segundo enuncia o decreto-lei, quando as sociedades desportivas ascendem da segunda para a primeira liga de futebol têm de elevar o capital social para os valores exigidos para esse campeonato.
O documento refere ainda que no caso de os clubes se constituírem como SAD, as regiões autónomas, os municípios ou as associações municipais só poderão ter até 50% do seu capital social.

Fonte: Jornal de Negócios

Identificação de jovens talentos para o futebol

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Os estudos académicos não são muitos, mas já vão aparecendo alguns sobre o tema acima mencionado, este artigo de revisão é o mais recente:

“The purpose of this review article was firstly to evaluate the traditional approach to talent identification in youth soccer and secondly present pilot data on a more holistic method for talent identification. Research evidence exists to suggest that talent identification mechanisms that are predicated upon the physical (anthropometric) attributes of the early maturing individual only serve to identify current performance levels. Greater body mass and stature have both been related to faster ball shooting speed and vertical jump capacity respectively in elite youth soccer players. This approach, however, may prematurely exclude those late maturing individuals. Multiple physiological measures have also been used in an effort to determine key predictors of performance; with agility and sprint times, being identified as variables that could discriminate between elite and sub-elite groups of adolescent soccer players. Successful soccer performance is the product of multiple systems interacting with one another. Consequently, a more holistic approach to talent identification should be considered. Recent work, with elite youth soccer players, has considered whether multiple small-sided games could act as a talent identification tool in this population. The results demonstrated that there was a moderate agreement between the more technically gifted soccer player and success during multiple small-sided games.”

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23046427

Iniesta designado pela UEFA o melhor do Euro 2012

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Andres Iniesta foi designado pela UEFA como o melhor jogador do Euro 2012. Apesar de não ter marcado qualquer golo e de só ter feito uma assistência (para Navas no jogo com a Croácia), o médio/avançado do Barcelona foi escolhido como o melhor jogador do torneio por um comité de peritos da UEFA, que inclui, por exemplo, os treinadores Fabio Capello, Lars Lagerback ou Gérard Houllier.

Iniesta simboliza o jogo da Espanha, que entrou para a história como a primeira selecção a vencer dois Europeus seguidos e também como a única a vencer três grandes provas internacionais. O jogador do Barcelona sucede ao seu companheiro de equipa Xavi Hernández, que tinha sido o melhor jogador do Euro 2008.

O mesmo comité de peritos escolheu os 23 melhores jogadores do torneio, uma selecção dominada pela Espanha (dez futebolistas) e que inclui três portugueses: Pepe, Fábio Coentrão e Cristiano Ronaldo.

Equipa do Euro 2012 Guarda-redes Gianluigi Buffon (Itália), Iker Casillas (Espanha), Manuel Neuer (Alemanha).

Defesas: Gerard Piqué (Espanha), Fábio Coentrão (Portugal), Philipp Lahm (Alemanha), Pepe (Portugal), Sergio Ramos (Espanha), Jordi Alba (Espanha).

Médios: Daniele de Rossi (Itália), Steven Gerrard (Inglaterra), Xavi Hernández (Espanha), Andrés Iniesta (Espanha), Sami Khedira (Alemanha), Sergio Busquets (Espanha), Mesut Özil (Alemanha), Andrea Pirlo (Itália), Xabi Alonso (Espanha).

Avançados: Mario Balotelli (Itália), Cesc Fàbregas (Espanha), Cristiano Ronaldo (Portugal), Zlatan Ibrahimović (Suécia), David Silva (Espanha).

Torneio Lopes da Silva: Fundamental para encontrar jovens talentos

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 O presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o Torneio Lopes da Silva, que decorre a partir de 23 de junho pela primeira vez nos Açores, é ”fundamental para encontrar jovens talentos”.

”Este torneio tem sido fundamental para encontrar jovens talentos, que têm depois representado a selecção nacional”, salientou Fernando Gomes, em declarações aos jornalistas no final de uma audiência com o presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César.

Fernando Gomes revelou que vão estar presentes nesta edição do torneio cerca de 500 atletas sub-14, de associações de futebol de todo o país, acrescentando que o encontro com o presidente do executivo regional visou agradecer o apoio recebido para a realização deste torneio inter-associações.

”Sem este apoio não seria possível, pela primeira vez, realizá-lo fora do continente”, frisou o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, recordando que o jogador açoriano Pedro Pauleta foi descoberto num destes torneios.

Por seu lado, Carlos César considerou ”excecional” a decisão da federação de realizar o Torneio Lopes da Silva nos Açores, salientando que a iniciativa vai contribuir para impulsionar o gosto pelo desporto junto dos mais novos.

”O apoio que é prestado pelo Governo Regional é assessório face à importância e simbolismo da decisão que foi tomada”, afirmou Carlos César, acrescentando que o evento constitui ”um fator de dinamização do mercado local”, com ”impato económico” na região.

Fonte: Lusa